quinta-feira, 27 de abril de 2017

Oferenda III - fetiches



Tudo ofereço e nada nego, Pandora sou, criada por deuses, 
Tudo tiro, tudo possuo, Mito sou, tudo prometo;
Criada fui, para agradar os homens, vivo tantas vezes,
Quantos os machos que uso e agrado e por fim submeto.

Fetiche me tornei pela beleza insana, despudor indecente,
Sublime sou quando na cama, exibo meu corpo divino,
Realçado por mim, por teus olhares, por tua cobiça latente,
Pela vontade sacana que tens de me foder sem tino.

Vem canalha, humilha-te, sem motivo qualquer pede perdão, 
Geme elogios para tua inspiração, para tua cadela louca,
Solicita, meu puto, que me satisfaça em você sem coração.

Rasteja insignificância, pede que eu abra a minha caixa, 
Demanda minhas maldades vadio, tua paixão é sempre pouca,
Pois eu a nego a você, vagabundo, quando a mim tanto se rebaixa.





quarta-feira, 26 de abril de 2017

Oferenda II



Mira-me, aprecia toda a excitação na minha cara,
Sente o tesão de meu corpo preparado para o prazer,
Destinado ao despudor, desejoso e desejado em sua tara,
Pronto na sua imaginação indecente, para nele meter.

Alivia-me das amarras, rompe minhas correias,
Desnuda-me toda para teu louco possuir,
Fode-me forte putão, mete duro e sem peias,
Faz-me cadela safada, me põe para ganir,

Lambe-me, alisa-me, esfrega em mim esse caralho,
Brinca no meu corpo, belisca-me e me sacia,
Faz de mim a Rainha louca de teu baralho.

Embaralha as cartas de nosso louco amor,
Leva-me ao delírio, pois sei que me aprecia,
Louca, doida e feliz, travada por seu ardor.




terça-feira, 18 de abril de 2017

Oferenda I




Desejo de sofrer, ansiando por feroz domínio,
Tudo ofereço, corpo, alma, espírito incontido,
Entro em transe com a dor, em alucinado delírio,
Sinto pela pele o ardor teu gozo pervertido.

Tenho o prazer no pecado, tetas e coxas tremulantes,
A buceta que arreganha e pede louca solução
Para todo esses vícios, ardorosos e vibrantes,
Tudo ofereço quando puta e cheia de tesão.

Ata-me, submete-me, trata-me fêmea como tal,
Abusa-me, safado e puto que te sinto ser,
Pega-me, faz de mim o que sou, sua, animal.

Me faz gozar plena, como égua de coxa rotunda,
Quero caralho,  força dura e violenta quero ter,
Fode-me canalha, ejacula dentro de minha bunda.





sábado, 15 de abril de 2017

Artístico IV


Momento singular, íntimo e secreto, de putaria solitária,
O banho de todas nós, que sabemos ter momentos fatais,
De individualizados desejos, imaginação safada, solidária, 
De vontades e toques imaginados e solertes, tornados reais.

Mãos ágeis que percorrem do corpo a geografia, rumo ao centro
Com toques certeiros, sutis, inteligentes, delicados no início,
Nas partes molhadas, águas de banho e de cheiro, águas de dentro,
Tremores crescentes, intensos, volúpia na vulva e no cu, puro vício.

Água que desce pelas coxas, se mistura ao gozo vaginal, 
Mela e mescla tudo, escorre fluida pelo ralo que a chupa e suga
Como aquilo duro e teso que, imaginado, penetrou-me magistral.

Uma buceta que ainda pulsa, pós-gozo, como de cachorra ciosa,
Enquanto a toalha macia, intermediária manual, ainda excita e enxuga
Este corpo feliz, estas tetas e axilas, peludas, esta bunda preciosa.





quarta-feira, 12 de abril de 2017

Artístico III



Ângulos inusitados, as visões transversas imaginadas,
Pelos, bucetas e coxas que se revelam como de uma puta,
Vistas que surpreendem e ofendem,  porém são desejadas,
Um corpo ofertado, pele arrepiada, de loba hirsuta.

Desejos não pensados, pura e sensória intuição,
A vontade de ser vista, cobiçada, fodida finalmente,
A tara de ceder, dar, sentir rija e dura a penetração,
De um caralho forte a louca entrada fulminante.

A vista inferior, de baixo, amplamente merecida,
Própria a um comedor dominado, fugaz amante,
Descartável após o uso, como tudo nesta vida.

Mira esta buceta, meu puto, enquanto te ofereço,
Sonha com meu gozo, meu mijo, num instante,
Pois sentir tudo em tua boca meu puto, não tem preço.


terça-feira, 28 de março de 2017

Artístico II




Oferta seminal, nua e crua, a sempre adorável putaria, 
Que te proponho meu puto, insofismável, irrecusável,
Num corpo para tanto preparado, cuidado dia a dia, 
Para todas as aventuras e gozos, prazer inexplicável.

Te excito vagabundo, vadio, puto do caralho?
Segura teu pinto safado, arregaça, expõe a glande,
Punheta para mim e ejacula como menino bandalho,
Espalha sua porra, derrama, retorce o corpo grande.

Arfa, resfolega, como cavalo teso, cansado e suado,
Xinga e uiva, como cão de pau duro e faminto,
Geme, feliz, como garoto safado, no cu excitado.

Finalizo você meu putão, meu canalha abusado,
Viste por teu gozo que eu, tua mestra, não minto, 
E te levo, feliz, a um paraíso louco, apenas sonhado. 


quinta-feira, 23 de março de 2017

Artístico I



Poses, exibições, transfiguro-me na puta, 
Que em mim habita, vadia e canalha latente
Cadela ordinária secreta, discreta na labuta,
Num quarto de motel, prostituta indecente.

Sessão de sado ou putaria, tanto se me faz,
Cobro o que valho, cumpro o que prometo,
Ativa. passiva, montada, a todos satisfaz, 
Meu corpo tratado, cuidado, ágil quando meto.

Aprecia-me puto safado, cachorrão amigo,
Endurece, punheta, lança adiante esse caralho
Penetra as nuvens, sonha e viaja ao céu comigo .

Goza como menino imaturo, precoce e contente,
Esporra em mim, nas coxas, nos peitos, no assoalho,
Me deixa louca, rega-me toda, sua puta competente.



quarta-feira, 8 de março de 2017

Ambiguidade III







Um corpo preparado, ao prazer destinado,
Ofertado sem medo, disposto ao amor,
Pedindo putaria, ansiando desatinado,
Pela porra, por esperma, quente licor.

Caralho duro e venoso, lindo e pulsante,
Punhetado com força e extremo vigor,
Expele em jatos sobre um corpo arfante.
O leite másculo do alucinado cheio de odor.

E outro e mais outro e outro mais,
Bukkake infernal, delícia animal.
Pintos sucessivos esporrando demais.

Um corpo melado, ao prazer destinado,
Agora se contorce de prazer sem igual,
Enquanto o último pau o molha tarado.




terça-feira, 7 de março de 2017

Ambiguidade II



O que não daria para num dia perfeito,
Sentir no corpo um frêmito de prazer ao trepar,
Ser mais que fêmea, uma macha em foda no leito
E gozar, porra densa, como a que engulo ao chupar.

O que não daria para em noite quente amorosa,
Ter pau e buceta, tensos e tesos, os dois a pulsar
Praticar um sexo, sem nexo de forma raivosa,
De qualquer maneira, sem freios e peias,ejacular.

Presa que sou dos meus desejos insensatos
Ponho pinto, fora e dentro desta insana vagina
Masturbo-a com dedos ágeis em loucos atos.

Liberto em mim a macha potente linda e poderosa
O que não daria para ser agora tudo o que você imagina
Te pondo, ao meu desejo, no lugar que mereces gostosa.




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ambiguidade I



Sou clássica, romântica? Não sei o que sou.
Sou macha sou fêmea? Sei menos ainda.
Fodo, fodida; chupo, chupada eu dou.
Corpo gostoso, punhetas, putaria que não finda.

Visto o fetiche, aperto a cinta, ponho o caralho, 
Espada em riste, sinto o meu sangue nas veias,
Buceta que mela, escorre nas coxas, como orvalho,
Aranha mortal eu prendo, pico e mato, nas teias.

Mulher potente, sem limite nem padrão,
Enrabo um homem, dou pra mulher, inverto,
Gozo, animal, não dou e nem peço perdão.

Desfaleço nesse prazer safado e incerto, 
Sinto tontura, toco o cu com a mão,
Provoco esse esguicho e molho tudo por perto.