quinta-feira, 25 de maio de 2017

Dança orgiástica IV - Imaginismo erótico.



Dança final orgiástica e puta, exibicionista e indecorosa, indecente
Rainha que me proclamo das putarias profanas, orgulho que sinto
Do prazer que pressinto, na buceta, da minha libertinagem incoveniente,
Quando devaneio, devassa e sacana, safada em busca de um duro pinto.

Ritmo de foda, vai vem cadência corporal, te excito, te chamo ao prazer,
Abro, exponho, tudo ao teu gosto suposto, te quero tenso, te desejo tesuda,
Que minha pós-imagem frenética, na tua retina absurda, se fixe ao me querer,
Que se dispa da roupa, da inibição fracativa e masturbe-se nú, desnuda.

Goza comigo puto, ejacule, molhe-se em mim cadela, gema e esguiche,
Excitem-se e esfreguem-se, locupletem-se comigo em mares de espumas,
Sonhos devassos, Nirvanas, paraísos, jovens lendas para nosso deleite e fetiche.

Dança final, mortal e sacrílega, gozo mortal, devaneio e desmaio fatal,
A boca entreaberta, o som gutural, feliz palavrão que brota das brumas,
Da alma indecente, agora imortal que transfere ao mundo todo seu ser imoral.








segunda-feira, 22 de maio de 2017

Dança orgiástica III - Imaginismo erótico.


Meu corpo que dança, tremula, voluptuoso e sensual: sinto-me onírica.
Sinto-o, pleno e circunstante, excitado, tetas ao ar, tudo ao vento,
Coxas firmes, moldadas para o prazer, abro e rebolo minha bunda única,
Excitar machos, usar as fêmeas, me amo, adoradora do sexo, tudo tento.

Revelo-me em poses, flagrantes, mostro-me a meu puto delicio minha puta,
Exponho tudo à sua adoração, arranho e apalpo minha pela, sinto-a hirsuta,
Meus pelos de animal sexual que se arrepiam, nas pernas, na buceta devoluta,
Meu gozo pederástico e indecente que me faz, canalha, dominante absoluta.

Danço; cândida e enlouquecida a um só tempo, ativa, vadia e prepotente,
Gozo emputecida e deliciada por mim mesma, embrutecida e sádica.
Desfaleço, enfio dedos e me masturbo, molho-me, égua, impunemente.

Danço como quem por fim falece, terrível e louca masoquista do prazer
Gozo, ninfômana tarada alucinada que atinge o clímax de cadela impudica,
E morro gemendo, em meio a essa agonia prazerosa do sexo sempre a fazer.






quinta-feira, 18 de maio de 2017

Dança orgiástica II. Imaginimsmo erótico



Um corpo que se move, partes que se coordenam em danças orgásticas,
Sensibilidades nas coxas que se abrem, da pele emana um suave odor,
Excita-me sentir as tetas soltas, revolutas, rebeldes e não estáticas,
Tesão incontido quando a tanga entra no rego, roça e excita pelos ao redor.

Extensões premeditadas, exibições cínicas, clínicas, sem pudor,
Fluido que escorre entre as pernas, redundância de gozo e prazer,
Buceta que nego à vista, mas exibo, imaginada, através do suor
Frenesi em quem assiste, posições indecentes que este corpo sabe fazer.

Braços ao ar, axilas ao luar, bunda ao vento, sensualidade invento,
Rebolo como vadia, concepção sadia, da bailarina que a puta ensina,
Aponto ao céu, localizo nele você meu réu, condenado por mim ao tormento.

Domino você na ambiguidade, no paradoxo dos tempos que controlo,
Sou tua dona, mesmo fodida, pois te comando todo o tempo, é tua sina,
Aprecia-me louco punheteiro, revela-te para mim meu submisso tolo.





quarta-feira, 10 de maio de 2017

Dança orgiástica I - Imaginismo erótico



Dança orgiástica, despudorada, sacana, pura demência,
Exibicionismo barato e puto, canalha, minha afinidade,
Eis minha sina, preferência louca e voraz pelo indecência,
Escolha, não burguesa, opção segura pela indignidade.

Fodo e transo, atendo sua demanda, ouço seu pedido,
Faço sua vontade, faça a minha, esfrega sutil e persistente,
Esse caralho duro, venoso e eloquente, quero meu cu fodido,
Resfolega atrás, trepa em mim, abusado sensual e prepotente.

Escondo a buceta, danço e vejo em ti o riso, a boca aberta,
Tua língua informe que safada me percorre, lambe-me o pescoço,
Enquanto crava-me e soca, estocada mortal, na bunda descoberta.

Me prensa na parede, fodedor imaginista, me leva ao abismo,
Dissolvido em trevas, o cheiro de sexo emerge como de um poço,
Caminho inverso, gozo para cima, esguicho plena de erotismo.









quarta-feira, 3 de maio de 2017

Oferenda V - Imaginismo erótico.



Minha mente pervertida, criativa, para mim não mente,
Leva-me ao delírio, conduz-me a espaços sem domínios,
A tempos não medidos, que, arrebatada, ganho novamente,
Quando penso, imaginista e arreganhada, em meus desígnios.

Sinto seu peso sobre mim, fortes e rijos, mas carne macia,
Penetra-me seu caralho duro, excitam-me as mãos pressurosas,
Percorre-me essa língua louca, puta e ágil, que meu tesão sacia
Derramamos, juntos, fluídos contínuos, vertemos porras saborosas.

Abro-me, pecadora, sempre insatisfeita, ninfa desbragada,
Capturo neste corpo em que me amo a nada santa impiedade,
Farto-me de sexo insano, cú, buceta, boca, desavergonhada.

Gozo fervorosa para essa pica absurda dou meu acesso,
Escorre-me, coxa abaixo, toda ânsia e tesão da impropriedade,
E vibro, sem destino e em desatino, como cadela de meu possesso.









sábado, 29 de abril de 2017

Oferenda IV - fetiches



Nada sou em tudo me transformo para meus caprichos,
Tudo posso e nada me impede quando tesuda estou,
Aposso-me, domino e triunfo sobre fêmeas e machos,
Gozo, sou fodida, fodo, sou comida, eu tudo dou.

Tudo sou, nada significo, quando minha mente,
Louca e imaginista, me faz dona de mim ensandecida,
Lança-me sobre uns e sob outros alucinadamente,
Transversa, oblíqua, ao pau ou buceta oferecida.

Toma de mim a posse ou te oferece a minha sina,
De narcisa e ninfa, insultuosa e voluptuosa companhia,
Travo-te nas coxas, faço de tua pica minha inquilina.

Goza e esporra, fora de mim filho da puta sequioso
Espalha em mim esperma farto, denso em demasia,
Quero teu frescor quente sobre meu corpo desejoso.



quinta-feira, 27 de abril de 2017

Oferenda III - fetiches



Tudo ofereço e nada nego, Pandora sou, criada por deuses, 
Tudo tiro, tudo possuo, Mito sou, tudo prometo;
Criada fui, para agradar os homens, vivo tantas vezes,
Quantos os machos que uso e agrado e por fim submeto.

Fetiche me tornei pela beleza insana, despudor indecente,
Sublime sou quando na cama, exibo meu corpo divino,
Realçado por mim, por teus olhares, por tua cobiça latente,
Pela vontade sacana que tens de me foder sem tino.

Vem canalha, humilha-te, sem motivo qualquer pede perdão, 
Geme elogios para tua inspiração, para tua cadela louca,
Solicita, meu puto, que me satisfaça em você sem coração.

Rasteja insignificância, pede que eu abra a minha caixa, 
Demanda minhas maldades vadio, tua paixão é sempre pouca,
Pois eu a nego a você, vagabundo, quando a mim tanto se rebaixa.







quarta-feira, 26 de abril de 2017

Oferenda II



Mira-me, aprecia toda a excitação na minha cara,
Sente o tesão de meu corpo preparado para o prazer,
Destinado ao despudor, desejoso e desejado em sua tara,
Pronto na sua imaginação indecente, para nele meter.

Alivia-me das amarras, rompe minhas correias,
Desnuda-me toda para teu louco possuir,
Fode-me forte putão, mete duro e sem peias,
Faz-me cadela safada, me põe para ganir,

Lambe-me, alisa-me, esfrega em mim esse caralho,
Brinca no meu corpo, belisca-me e me sacia,
Faz de mim a Rainha louca de teu baralho.

Embaralha as cartas de nosso louco amor,
Leva-me ao delírio, pois sei que me aprecia,
Louca, doida e feliz, travada por seu ardor.




terça-feira, 18 de abril de 2017

Oferenda I




Desejo de sofrer, ansiando por feroz domínio,
Tudo ofereço, corpo, alma, espírito incontido,
Entro em transe com a dor, em alucinado delírio,
Sinto pela pele o ardor teu gozo pervertido.

Tenho o prazer no pecado, tetas e coxas tremulantes,
A buceta que arreganha e pede louca solução
Para todo esses vícios, ardorosos e vibrantes,
Tudo ofereço quando puta e cheia de tesão.

Ata-me, submete-me, trata-me fêmea como tal,
Abusa-me, safado e puto que te sinto ser,
Pega-me, faz de mim o que sou, sua, animal.

Me faz gozar plena, como égua de coxa rotunda,
Quero caralho,  força dura e violenta quero ter,
Fode-me canalha, ejacula dentro de minha bunda.





sábado, 15 de abril de 2017

Artístico IV


Momento singular, íntimo e secreto, de putaria solitária,
O banho de todas nós, que sabemos ter momentos fatais,
De individualizados desejos, imaginação safada, solidária, 
De vontades e toques imaginados e solertes, tornados reais.

Mãos ágeis que percorrem do corpo a geografia, rumo ao centro
Com toques certeiros, sutis, inteligentes, delicados no início,
Nas partes molhadas, águas de banho e de cheiro, águas de dentro,
Tremores crescentes, intensos, volúpia na vulva e no cu, puro vício.

Água que desce pelas coxas, se mistura ao gozo vaginal, 
Mela e mescla tudo, escorre fluida pelo ralo que a chupa e suga
Como aquilo duro e teso que, imaginado, penetrou-me magistral.

Uma buceta que ainda pulsa, pós-gozo, como de cachorra ciosa,
Enquanto a toalha macia, intermediária manual, ainda excita e enxuga
Este corpo feliz, estas tetas e axilas, peludas, esta bunda preciosa.