segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Grande arte


Línguas e bocas preparadas, mentes adequadas, a grande arte oral conjunta, sexo mútuo e igualitário, quando todos os sexos e gêneros se submetem e imperam, reinam imersos no prazer sem fim e controlado de chupadas intermináveis, de sentir dentro da boca o caralho ereto e entumecido, pronto para a ejaculada infernal, de sentir na boca o gosto da buceta úmida, ávida , desejosa, que sente a penetrada e o deslizar da língua enlouquecida, o aroma, o cheiro, os odores que mudam, que se mesclam e invadem os quartos, as salas, os antros e pocilgas dos prazeres.

As coxas que tremulam, apertam as cabeças, as mãos que se descontrolam e comprimem, puxam e enfiam as bocas nos membros ou nas cavidades, as infinitas e imaginadas possibilidades que se tornam reais quando um pinto endurece dentro de uma bocam quando uma buceta se abre como flor agreste e deixa entrar a língua tesa enquanto expulsa fluídos, que cheiram, que melam, que tornam o sexo ardente e passional como todos querem, pecaminoso, deslavado e puto, sem vergonha ou arrependimento, quando a boca é invadida pela ejculação farta, quando o caralho endurece e se sente o impulso, a vontade de que aquele pau ensandecido lhe penetrasse garganta adentro, esporrando, deixando na glote o liquido viscoso que escorrega lentamente enquanto se engole amores prazerosamente.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Poema de meu CORNO



Pelos eriçados
Boca sedenta
Olhos famintos
Músculos tesos...
... Aproximação...


Rosto inocente de menina
Corpo sedutor de fêmea
Poros exalando desejos
Mamilos endurecidos...
... Encontro...

Lábios colados, línguas misturadas
Braços envolventes, corpos sufocados
Odores fundidos, calores trocados
Pecados compartilhados, devaneios concretizados...
... Encaixe...

Ancas seguras com força
Penetração na escuridão do prazer
Entrar e sair insanamente até o gozo
Sentir os dentes e unhas cortando a pele...
... Repouso...
Suores confundidos
Líquidos cruzados
Respirações arfantes

Felicidade ao te amar

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Estar de bruços

O desejo de estar de bruços, a bunda para cima, um enorme espelho na frente que permite a tudo visualizar. Você vestida de cinta e pau, lindo, em pé sobre a cama, sua saliva saindo da boca, caindo, pingando sobre minha bunda, meu cu, mais uma cuspida, meu rego molhado, seu dedo que passa por ele, que enfia no meu cu, meu quadril que se levanta e se prepara para receber meu macho comedor, minha macha fodedora, a cabeça do pau que encosta no meu anel, a macha poderosa, levanto mais, quero-a bem encaixada, ajoelhada atrás de mim, sinto a palmada na nádega e sua voz me chamando de cadela e vadia, de mulherzinha rampeira e que gosta que lhe coma o cu.


Então a cabeça começa a entrar, sinto, enfia, mete, lentamente vai me enrabando, sinto a dor e meu cu sendo preenchido, poderosa, toda, magnífica, vai indo e sinto as bolas batendo em minha bunda, me chama de cadela de novo, de puta, de sua puta sua e pergunta se sua Jackqueline consegue ficar sem o pau do seu macho poderoso, respondo que já não consigo, que a amo e necessito-a todos os dias, todos os momentos, então o pinto me fode de verdade, indo e vindo com a força da macha, do macho, o tesão te toma conta, a paixão da sua Jackqueline te enlouquece, me fode, me come, segura nos meus cabelos, mete, me lambe a cara, mete, me cospe na cara, me lambe depois, soca, cavalga, mostra que é poderosa, me punheta por baixo e me faz gozar sujando os lençois. Me desfaleço na cama, sinto o pinto saindo, a calcinha tirada e sua buceta que senta na minha cara, amo-a. Amo-a inteira, todos os seus gostos, todos os seus gestos, toda sua perfeição, então esfrega-se até que o gozo melado escorre da buceta cabeluda, geme, goza, goza linda, minha linda, meu diamante. minha dona, minha e eu feliz de ser sua. Beijos meu amor.

Este texto foi escrito por meu Corno preferido, que se submete também como fêmea aos meus desejos monárquicos sem limites: Jackqueline.

domingo, 16 de novembro de 2014

Enrabada Majestosa


É assim, Jackeline, que se enraba e fode um macho, é assim meu corno filho da puta que se faz um homem vadio e vagabundo como você virar um objeto que eu uso, que eu abuso, que faço o que quero na hora que quero.


É assim corno manso e inútil, que um vagabundo como você deve se comportar diante de minha majestade grandiosa, satisfazendo-me, tendo prazer e orgulho em se submeter a tão grande potência como a de sua Rainha poderosa, de sua Mariângela Imperial, sua Superiora, a Dona de seu corpo, a detentora de sua mente, possuidora de seu espírito, sua Domme impiedosa, que lhe povoa a mente, que lhe dá todas as ideias pervertidas que passam por sua imaginação, que te faz esquecer sua companheira limitada e medíocre, que te leva aos limites do sacrifício, que te leva a pensar em morrer de prazer em meu louvor.


Eu que te conduzo aos portais do Paraíso e, ao mesmo tempo, ao limiar do Inferno dos pecados, dos prazeres das dores, quando te enrabo, meu canalha, meu filho da puta, e te faço gemer como a cadela Jackeline em que te transmutas quando eu visto meu pinto magnífico para comer sua bunda oferecida.


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Amarelo


Para "J", meu corno fiel e gostoso, que ama me ver desabrida, sincera e autêntica, revelando a ele, meu amante fiel e cornudo, todas as minhas taras e traições, todas a minhas perversões, que eu sei que o fazem tão feliz, que o excitam tanto, que me deixam alucinada ao saber que sua mulher medíocre nada sabe, nem desconfia do tesouro de marido servil e vadio, vagabundo e submisso que tem. Para voce meu CORNO amado, atendendo ao seu pedido de me ver vestindo alguma coisa em amarelo.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Punhetas


O caralho que endurece, excitado, oferecido e dadivoso, em minhas mãos ágeis, hábeis e experientes na satisfação dos desejos que vivem nas mentes escusas dos machos que se entregam, que se dispõem a uma submissão que lhes dá o prazer indescritível do gozo controlado, da punheta bem tocada, do delírio involuntário, do controle pela fêmea dominante, que sabe acelerar, que sabe ralentar, que excita e freia, que permite ou não o gozo ejaculante, aquela mulher que conhece e gosta da porra espessa, bem tirada, ordenhada do fundo, que sabe fazer gozar com todo o membro, ereto, no auge, que sabe proporcionar aquele prazer que se sente quando se percebe o cu que se contrai, quando, sem controle, por vontade e vida própria, todos os músculos do caralho expulsam o primeiro jato de esperma para fora do pinto duro, quando tudo se esvai num único sentimento físico de tensão e alívio a um só tempo, quando a porra sai em golfadas que inundam as minhas mãos de punheteira, quando melam entres meus dedos, quando escorrem pelo corpo e pelas coxas do punhetado que resfolega como cavalo e, finalmente, se entrega ofegante e gemebundo aos toques finais das pontas de minhas unhas na cabeça macia desse caralho duro e teso.



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Enrabada


Eu me preparo e me exercito, eu me amo despudorada quando visto meu caralho, quando ajusto minha cinta, quando o domino como um macho menor deve ser dominado, quando o uso como deve ser usado. Você me pertence. Você ansia pela minha potência, você adora minha onipresença, você arfa e geme em minha presença, você me pertence, você delira quando rebola como mulher no meu pau de silicone.


Eu o faço chupar minha buceta, eu libero fluidos em sua boca, você me lambe, me drena os fluídos sexuais, você se compraz com eles, você bebe tudo como um néctar divino, você se rende a minha grandeza, sou sua Rainha, sua alteza soberana, sua adorada majestade, você me venera, eu o possuo.


Eu encaixo o pau na sua bunda. Você se encolhe como concha. É como você gosta e como eu gosto de fodê-lo, meu puto, meu vadio ordinário, canalha filho da puta, ajusto forte no seu cu , previamente cuspido, devidamente lubrificado e enfio, meto, até o talo como um bom macho faria, enrabo você meu puto, enrabo e te punheto, pego seu pau duro e tesudo, arregaço, exponho a glande e a manipulo, punheto enquanto enfio no seu cu, com ritmo e gosto, ao nosso bel prazer, sinto você entregue, possuído e gostoso, meu macho submetido que goza clamando meu nome, entre gemidos de vadio, enquanto ejacula muita porra que escorre pelas minhas mãos hábeis e sutis.


sábado, 18 de outubro de 2014

"J"


J de Jack, que em minhas mãos, sob meu jugo se faz Jackqueline, que me fode quando assim ordeno, que eu fodo quando desejo, esse macho que me pertence, que aqui muitas vezes me venera e elogia, esse puto gostoso que me pertence, essa bunda de homem gostoso que eu mostro, aqui, para todos saberem como com ela me delicio, minha, como meu é esse corpo de homem versátil, que sabe tirar do sexo todo o proveito, que não tem comigo limites, que satisfaz plenamente a Rainha poderosa e portentosa que sou.





segunda-feira, 13 de outubro de 2014

"F"

F minha chupadora, F minha puta, F minha cadela ordinária, F que sabe tudo o que sei, que gosta de tudo que gosto, que se submete a mim, que, macho, por mim se torna fêmea, F que me adora, F que possuo, F que tudo faz por sua Rainha. F, minha puta do caralho, para quem dedico essa foto.



terça-feira, 16 de setembro de 2014

Menage em dias de furor




Três dias ininterruptos, meus rapazes de costume, clientes, ricos e charmosos, na Villa do Amor Secreto, nas férias de suas famílias, mulheres, filhos e filhas ao longe, liberdade, libertinagem, anarquia, eles podem agora ser o que querem ser, eles podem agora ser o que eu quiser que sejam, eu a Rainha Magnífica, o objeto de seus desejos, a sua musa sexual, puta, macha, amiga, amante, acima de tudo a sua confidente, mais do que outra coisa, sua cúmplice, aquela capaz de levá-los aos prazeres que não conhecem, que apenas imaginam, às posições de cama que nunca pensaram existir. 




Eu lhes ensinei tudo o que sei, eu os adestrei para o meu próprio prazer, eu lhes ensinei que o meu prazer é lhes dar prazer, e que o prazer deles é o meu prazer, eu cobro caro desses rapazes porque eu valho o que me pagam, cada dólar faturado é um prazer infernal que nunca pensaram ter com suas fêmeas medíocres, pelas quais eles criam esse falso respeito que impede machos burgueses de serem o que devem ser e assim eu inicio três dias de delírio, nos quais fodemos até à exaustão, nos quais perdemos a conta de tantos  quantos orgasmos e ejaculações acontecem, nos quais mal paramos para comer, beber, dormir, nos quais só paramos à beira do desmaio, próximos ao colapso, sem nenhum bom senso, apenas interessados em caralhos duros, bucetas penetradas, cu arreganhado, penetrações, chupadas e chupões, dedadas e cusparadas, a porra que se derrama pelos corpos, o gozo que é bebido como néctar, os mijos sorvidos como como champagne, a champagne que é bebida nos corpos tremulentos, na minha buceta escorrida e peluda, nos pintos duros deles, babados e túmidos, gostoso de chupar, deliciosos de sentir entrando corpo adentro, maravilhosos quando são batidos no meu corpo excitado, magníficos quando por mim punhetados, quando jorram porra para cima, quando lançam o sêmen para o ar, e depois esfregam-nos na minha cara de puta, aos palavrões. 




Soam altos os xingamentos mútuos, destratos recíprocos, tapas, maltratos e beijos, calores corporais intensos, sem fim, suores fatais, estocadas carnívoras que me aplicam, mordidas canibalescas que respondo, gritos, uivos e gemidos, nos animalizamos, me entram atrás, conpensam na frente, rolamos aos estertores em mares de prazeres, regados a porra e gozo, babas e cuspes, todos os fluídos possíveis de nossos corpos insatisfeitos, dos desejos e imaginações de nossas mentes criativas e sem limites, fodemos como loucos, eu dou, tudo, me arde o cu, é gostosa a sensação de frescor quando o caralho é retirado, é adorável a sensação de preenchimento no inevitável e ansiado retorno, que se sucedem sem parar até me inundarem buceta e cu ao mesmo tempo, até eu sentir, como cadela, cachorra vagabunda, o meu orgasmo mais forte, que prenuncia o meu vício proprietário e único, uma sequência inevitável que me levará à total perda de razão, ao enlouquecimento que tanto os agrada, eu me deixo levar, fico louca e gozo aos esguichos para gáudio deles que se sentem machos.



Então, minha exigência final, meu preço inegociável, estabelecido desde sempre, que eles cumprem com gosto, aquilo que eu mais desejo ver, o amor entre eles, incentivado pela Rainha, as chupadas, o domínio de um pelo outro, quando prevalece um como comedor sobre o outro fodido. E deliro vendo seus belos corpos se encaixarem, vendo um pau penetrando na bunda do outro enquanto o pinto deste se ergue como mastro majestoso, como símbolo maior de minha realização sexual. Eu os domino em dias repletos de cheiros, aromas, gosmas, grudes, suores, putarias, vulgaridades e indecência, acima de tudo, dias de furor.




segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Tudo

Quero tudo, quero todos, todos os caralhos, todas as punhetas, toda a porra do mundo, eu quero, eu desejo, Rainha poderosa eu lhes ordeno  e eu os ordenho, sobre mim, sobre o meu corpo, na minha buceta, entre as coxas, na minha boca, quero esse Bukkake sem fim, quero pintos duros ejaculando, a maravilhosa visão da porra que sai em jatos desses paus duros, dessa liquido viscoso e branco que se esparrama e se derrama sobre mim, que me mela, que umedece e transforma meu corpo em magnífico receptáculo de prazer e de taras, que me enlouquece ao mesmo tempo que eu enlouqueço todos, Rainha majestosa que se compraz no prazer de seus machos, que coleciona pintos, e gemidos, que ama os tremores dos corpos em seus orgasmos, que sente, amorosa, o palpitar dos caralhos quando expulsam em golfadas a porra represada e controlada, que sente finalmente todo o semen que se espalha por esse universo sem fim, na exploração total e ininterrupta do meu próprio corpo generoso, de minha boca pressurosa, de meus pensamentos pecaminosos, de minha indecência congênita, de minhas perversões que vocês amam.


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Masturbação

No chuveiro, água tépida, envolvente que escorre pelo meu corpo, as gotas que se transformam em fios de água que penetram em mim, adentram meus poros, arrepiam a minha pele, sinto-a no meu rego, na minha bunda, sobre minhas tetas eriçadas, rugosidades de pele que sinto, palmeio meu corpo, percorro-o com as mãos competentes para satisfazer a avidez de minha mente atenta a sexo, a gozo, a prazer, solitário agora, aquele que só faz quem se ama, quem se aprecia, quem sabe que tem no seu corpo um instrumento apto a satisfazer a alma desejosa, a mente pecadora, o espírito devasso e indefeso a si mesma, masturbadas infernais, infinitas, que duram todo um banho, que dura todo o tempo em que desejo me locupletar e mim mesma, quando, finalmente, meus dedos longos e ágeis penetram minha buceta, localizam o lugar exato, sem grandes mistérios, friccionam e massageiam, em aceleração contínua, vibrante e majestosa, meu corpo se arma, se torce e contorce, lanço meus gemidos, balbucio palavrões, vejo o que quero, imagino tudo, mas me concentro em mim, sou o objeto de meus próprios desejos, a obra prima de minha luxúria desenfreada, vejo, finalmente, a mim mesma imaginada, escapo de meu corpo sem deixar de senti-lo, observo-me a gozar loucamente, sem controle e sem limites, deixando escorrer pelas pernas, misturada na água excitante, todos os prazeres que os fluidos de meu corpo externam para fora de minha buceta pulsante.


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Enrabada vital


Meu puto, um dos meus clientes preferidos, dócil e submisso, suplicante, eu o domino com rigor, vigorosa, Macha como ele gosta, rude, quase grosseira, chula e prepotente, eu o preparo, limito seu caralho, travado, excito-o, sem que El possa reagir, proibido pela minha autoridade, Rainha poderosa, esfrego-me nele, com meus paramentos fortes, as botas masculinas, as cintas de couro grosso, preparo o meu pinto, previamente chupado por esse filho da puta que agora enrabo, encosto meu pau no seu rego, ele treme, ele se excita, é assim que eu gosto, ele suplica, pede que o invada, que o penetre, eu me faço rogada, ordeno-lhe que implore, ele o faz, comando que chore, ele o faz, mando que fale como uma menina, ele consegue, belo homem gostoso que agora descaracterizo e domino, e faço dele o que eu quiser, passa, outra vez, como em muitas outras, a me pertencer, a ser meu cachorrinho de estimação, meu viado gostoso com o qual me torno a Macha comedora, com quem ele se sente a vontade, delicia-se com o meu pinto enfiado em seu cu e me chama, para meu deleite, de poderoso, de macho, de comedor e pauzudo, ele sabe o canalha, o viado amoroso, que esse é o sinal para a estocada final que aplico com competência, enfiando tudo em seu cu enquanto, entre esforços e sacrifícios, ele ejacula jatos de porra estimulados na próstata excitada pela cabeça de meu caralho nele enfiado, e assim ele escorre a porra do seu pau agora duro, mesmo seviciado, inundando a cama, melando o corpo, espalhando, junto com sua Rainha, o aroma acre de sexo de seus fluidos que inunda esse quarto de motel vicioso e insano.