segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Submissões radicais. Asfixia



O ar que lhe falta, o sublime ofegar,
A mão que sufoca, o corpo que retesa,
Se esfrega, rompe a decência do olhar,
Leva ao limite, endurece a pica, surpresa.
Vigor no garrote, mão treinada,
Desejos vís, putaria infamante
A buceta que encaixa, alucinada,
Um caralho duro, venoso, penetrante.
Vai e vem continuado, perspicaz e constante.
Enquanto se sente próximo o ejacular,
Que virá sob controle, denso e abundante,
No momento em que esta Rainha assim desejar.
Sufoco total, momento crucial, o pinto pulsa,
Seu corpo se descontrola, porem dominado.
Se submete a mim enquanto a porra expulsa,
Em jato soberbo, o gozo do macho despudorado.
Ar liberado, torrente de eflúvios que saem,
Lufadas de alívio ardoroso, tapas na cara,
Fortes, sensíveis, de Domme, que doem,
Enquanto gozas nesta buceta que se escancara,
E engole teu pau,ventre adentro, tesudo,
Resfolego, abro a boca, expulso a língua, que tara!
E rebolo quadrís, gemendo pela buça, expulso tudo....







4 comentários:

  1. hummm. delicioso... afinal quem manda :)

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  2. Estou sem palavras! Excelente poema cheio de tesão. As fotos apesar de fortes, são muito boas. Parabéns.

    Beijoos

    http://prazeresecarinhossexuais.blogspot.pt/

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  3. Se é tara, deixa a tara aflorar e explodir dentro dos recônditos sublimes do ser.
    Toda submissão concedida, permitida tem um quê de cumplicidade... Aqui dentro eu me perco e me acho envolta a tesões que fazem minha buceta pulsar.

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