terça-feira, 25 de julho de 2017

Inspirações X

                                                                                            Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria

Entre flores te vejo, imagem cromodramática, sensual,
Entre cortinas me coloco, te imitando melodramática,
Enigmática, afrodisíaca, uma mulher, fodedora, sem igual,
Narcisista, égua raçada, traçada em precisão matemática.

Entre as cortinas me volteio, sentindo no corpo elegante,
Os sopros e caricias do vento, arrepiando meus pelos,
Eriçando meu mamilo, deixando-o duro e petulante,
Lambendo em seco a minha bunda, excitando até meus tornozelos.

Quero lá ser chupada em desvairada podolatria,
Quero nas cortinas ser enrolada em plena perversão
Enquanto tu, imagem, desfilas entre flores com mestria.

Quero gozar sem toques, quero sublimar minha foda,
Mata-me de desejo, excita-me deixa-me louca por tua visão,
Quero gozar imaginista, fora de mim, num universo em roda.


sábado, 22 de julho de 2017

Inspirações IX


                                                                                                         Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria

Visão da fêmea descansada, alheia a todo o entorno,
Supõe-se saciada, pois parece que muito fodeu,
E contempla agora ardilosa, nua sem qualquer adorno,
Sua vitima de pouco antes, a quem tudo concedeu.

Finjo também cansaço, à espreita de mais ação,
Quero mais uma trepada, saciar-me é difícil incumbência,
Exponho o corpo bem feito, seduzo por mais um tesão,
E vejo tua buceta latejando, bombando em louca premência.

Provoco e invoco pecados, chamo e clamo por prazeres,
Tudo dou, tudo peço, em louco troca troca de cachorra,
Sei que desejas tanto quanto eu, todos os falsos amores.

Te traço entre minhas pernas, te travo, conduzo a buceta,
A minha na tua, a tua na minha,  e nessa loucura da porra,
É hora de desfalecer, rola comigo safada, sacia tua afliceta.




terça-feira, 18 de julho de 2017

Inspirações VIII


                                                                                                        Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria.

Visão metafórica da mulher traçada, delineada,
Sugerida dádiva de uma buceta safada e cabeluda,
Imagem trascendente de foda prometida e sublimada,
Um corpo nu que se contorce e pede uma pica cabeçuda.

Olho-me de coxas abertas, vadia e ofertada,
Sinto o tesão por mim mesma, qual feitiçaria,
Cheiro a sexo, gostosa, melada e molhada,
Se pudesse, loucura feliz, a mim mesma comeria.

Lamberia minhas virilhas largas e pentelhudas,
Chuparia meu grelo duro, de tesão virilizado,
Palmearia minhas bundas rechonchudas.

Tesouradas em mim mesma, bem fortes eu daria,
Esfregadas, meladas, metidas simuladas lado a lado,
Tu, imagem, comigo mesma gozando em confraria.


sábado, 15 de julho de 2017

Inspirações VII

                                                                                                                                               Egon Schiele (1890 - 1918). Áustria

Masturbadora contumaz, especialista no prazer solitário,
Viciada em mim mesma, afrodisia e exibicionista,
Inspiro-me, absoluta, nesta imagem, quase um relicário
Em pose tão sugestiva, que tudo revela e deixa a vista.

Sinto os dedos ágeis que percorrem minha buceta,
Mergulho a procura do ponto justo, do local da ação,
Busco os prazeres que a mim proporciono, secreta,
Dispenso tudo mais, me basto sou dona de meu tesão.

Acelero, massagem clitoriana, putaria velha e eficaz,
Sinto-me próxima a mais uma gozada vigorosa,
A vista se me turva, olhos cerrados, prossigo tenaz.

Tremula, sinto o frêmito em minha bunda excitada,
Vem ó afliceta que se anuncia tao fugaz e poderosa,
Faz correr nas coxas o fluído de minha buceta pleiteada.  


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Inspirações VI

                                                                                                                                 Egon Schiele (1890 - 1918). Áustria

Coxas e meias provocantes, imagino e me faço prostituta,
Pose e corpo estimulante, me vejo em pleno puteiro,
Cobro muito, sou cara, mas vale me foder, pois sou astuta,
Experiente em prazeres, ofertados sem segredos, por inteiro.

Chupo, lambo, sento sobre um pinto intumescido,
Deixo entrar, sinto o gozo de chapeleta a pulsar,
Controlo teu prazer em minhas coxas, apenas eu decido,
Quando vou te liberar, quando vou te lfazer gozar.

Aceita de mim o domínio bandalho e sem vergonha,
Sente sobre ti todo o peso, a força do meu poder,
Te seguro o gozo imediato e impeço a sua bronha.

Quero te ver ejacular e te permito gozar apenas fora,
Sente sobre ti todo o peso e o prazer do meu foder,
E esporra, puto do caralho, como se sentisse minha espora.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Inspirações V

                                                                                                                                              Egon Schiele (1890 - 1918). Áustria
Vejo-me, aberta e disposta à transfixia do prazer
Minha buceta peluda, vejo-a clamante por deleite
Minhas coxas fortes, dominantes, desejam te prender
Encaixa em mim o caralho rijo, geométrico, aproveite.

Ergo a cintura, tudo facilito rebolo como puta,
Mais peço e mais recebo, introduz a pica adentro,
Sinto o pulsar, indecente descontrole, sem luta.
Alternado entre pau e buceta em louco circuncentro.

Mete despudorado, xinga e bate em minha cara,
Me sufoca, extingue em mim qualquer decência,
Conduz-me ao portal, leva-me ao limite de sua tara.

Fode-me alucinado, rende-te à minha bela imagem
Observa a inspiração que agora imito sem prudência,
E ejacula cão safado, destila em mim toda tua sacanagem.


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Inspirações IV

                                                                                                                                              Egon Schiele (1890 - 1918). Áustria.

Exponho-me, exibo-me, provoco-te e ofereço, veja,
À tua sanha estas belas costas, safadas e sugestivas,
À tua vontade aquilo que todo puto tesudo almeja,
Esta bunda plena e imaginada em suas loucas narrativas.

Quase peço, mas afinal ordeno, autoritária Rainha,
Tua língua em lento e safado percurso vertical,
Aplicada no dorso, finalizando, afastada a calcinha,
No meu cu, depois de excitada toda a coluna vertebral.

Lanço aos céus palavrões, quero que me submeta,
Mais quero, mais dou, mais gozo e até esguicho,
Masturbo-me de entremeio, manejando a minha buceta.

Chupe meu rabo animal, meta dentro a tua língua,
Compraz-te com minha entrega, com meu capricho,
Usa-me filho da puta, enquanto desfaleço ambígua.


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Inspirações III

                                                                                                                                  Louis Anquetin, França. (1961 - 1932)


Imagem relaxante, tépidas águas de um banho inocente,
Que mesmo tranquilas me excitam adentro ondulantes,
Na minha buceta pulsante, nas coxas e no cu complacente,
Que pedem entrada por todo o meu corpo postulantes.

Emulação da arte, gongórica aparição sedutora,
Sinto na pele o calor dissolvido em eflúvios,
Que brotam da baba de minha boca corruptora,
E se espalham por caralhos chupados e bravios.

Lavo-me a bailar, louca aventura imoral,
Toda a putaria que se fez e toda a que se fará,
Gozo ninfômana, sem cessar, linda e sensual.

Gemo ao olhar essa imagem de puro desejo,
Uivo ao imita-la, pois de mim ela tomará,
Toda seiva que de mim jorrará neste ensejo.



terça-feira, 27 de junho de 2017

Inspirações II


                                                                                                                                     Louis Anquetin, França (1861 - 1932)

Como ninfa me esgueiro entre flores perversas e displicentes,
De prazeres que antevejo nessas imagens insidiosas,
Desço as roupas, aprecio-me safada, seios que sinto latentes,
Quadris que bem conheço, que se juntam às coxas gostosas.

Olho essa postura, puta safada fazendo-se inocente,
Imito-a, contrafaço-a, mútua e total perdição,
Me excita vê-la, me agrada volve-la em mim indecente,
Incorporo-a toda em meu corpo, fulgurante de tesão.

Revelo parte, nunca jamais um corpo inteiro,
Mantenho algo em segredo, um mistério sagaz,
Provoco-te, pois sei do que gostas, punheteiro.

Te excito canalha, meu puto vadio e obsceno,
Quero teu pinto grande, venoso, duro e voraz,
Enquanto da minha buceta jorra meu gozo sereno.



sexta-feira, 23 de junho de 2017

Inspirações I


                                                                                                                                               Louis Anquetin. França. (1861 - 1932).
 Imagem, imaginária, sinto minha essa identidade,
Percebo outro tempo, meu corpo em outra dimensão,
Seios que sei-os eriçados, pelos em total impropriedade,
Buceta ansiosa, sinto-a molhada, tremulenta de tesão.

Miro-me, imaginista e solitária, plena de libido, desensofrida,
Olho meu corpo, direta e reflexa, espelhos e olhares, muitos toques,
Apalpo-me, deslizo-me entre dedos sobre pele de prazeres ressentida,
Masturbo-me, penso em outras bocas e bucetas em choques.

Abro as coxas, belisco meu mamilo, excito-o muito mais,
Meto um dedo, preciso, e delicio um grelo já protuberante,
Danço, rebolo me aprecio debochada, pecaminosa demais.

Cadela arfante, finalmente chego ao cio que sacio,
Imito-me como puta deslumbrante, excelsa e transbordante,
De belezas e fluídos de bucetas, fodidas em sacrifício. 


domingo, 18 de junho de 2017

Descontrole V


Ouso tudo, nada peço, tudo ordeno, de Rainha são meus deveres,
Não fodo pelos modelos, eu trepo, como e dou, eu, ninfa, crio.
Use o corpo acaricie-o, acredite, a vida nos dá poucos prazeres,
Se os que, roube-os, prenda-os dentro da buceta, qual cadela em cio.

Ouse, ouse tudo!m Seja na vida o que és, imoral e libertina, 
Sem princípios nem vergonha, apenas ceda às tentações, 
Coisa que existe por si, que arde no cú, como em transa matutina,
Sinta entre as coxas, na bunda e na boca todas essas sensações.

Ouse, ultrapasse, vá adiante no pecado, ame suas perdições. 
Chupe, engula um pau, sinta o prazer de deixar gozar,
Sinta n boca a porra dos caralhos em plenas abluções.

Ouse mais, escarre tudo, em plena agonia, um vigor único. 
Submeta quem te fode, domine-o, ensine-o a se sujeitar, 
E desfaleça vendo um pinto pulsante, ejaculado e lúbrico.










quarta-feira, 14 de junho de 2017

Descontrole IV



Elementaridade de um corpo belo e sacana,
Pensamentos puros e diretos, sempre putos,
Excito-me à minha simples visão profana,
Excito-me por mim, por meus excelsos atributos.

Convido ao prazer, para ti represento meretrizes,
Sei que te teso, sei que me desejas, sei que te perturbo,
Imagino teu corpo, avalio os transtornos felizes,
A que te conduzo gozosa, enquanto me masturbo.

Abro as coxas, tesudas e belas, dilato a buceta
Dedos ágeis me percorrem, que inflamam minh'alma
Da mão safada que descontrolada me penetra direta.

Requebro o corpo, contorço o torso e ergo os quadris.
Lanço acima este corpo que esguicha e que clama
Por prazeres infinitos, orgasmos sem fim, quase pueris.










domingo, 11 de junho de 2017

Descontrole III


Corpo que te quero louco, de desejo ímpio ensandecida,
Mente que te quero torpe, de ideias putas locupletada,
Ser que quero ser, completa, sexual e emputecida,
Sem rumo, sem lógica, apenas a buceta, delícia molhada.

Bunda que te quero bela, redonda, dura bem feita,
Coxas fortes, base segura da minha foda dominante,
Mamilos duros, tetas fartas para quem dela se aproveita,
Meu corpo louco que se move e te envolve fascinante.

Foda que te quero toda, inteira e sem mercê,
Completa, indecente e cruel, buceta, boca e bunda,
Tudo entrego, dou e mais peço, quero foder você.

Gozo que te quero forte, possessivo e divertido,
Escorre entre minhas pernas quando sua pica afunda,
Dentro de mim desatinada, nesse coito pervertido.






terça-feira, 6 de junho de 2017

Descontrole II


Sou triunfante Rainha, dona e senhora de todos os teus desejos,
Mãe de todos os pecados, redentora de vossos prazeres vis,
Possuo-vos todos, mentalmente, submissos em meus latejos,
Com a buceta vos excito, levo-os, felizes, a paraísos servis.

Domino-os, abuso-os, transformo-os no que sabem que são,
Putos safados, de pintos duros, meus animais vadios,
Que gozam em mim, para mim, entre minhas coxas, no vão,
Esporram gemendo ao meu comando, canalhas ímpios.

Ordeno que me excitem, sou ninfa, uma, duas, três vezes,
Esgoto vossas gônadas, sou narcisa, esvazio suas potências,
Levo-os ao seu limite, ultrapasso-o, um, dois três prazeres.

E gozo, junto aos cães que são, na fissura das ereções potentes,
Nas ejaculações vibrantes que lhes permito, prenhe de violências,
Vejo seus sêmens, brancos, leitosos, aos meus delírios subjacentes.



terça-feira, 30 de maio de 2017

Descontrole I




Tara viciosa, plena de potência total e invertida
Vida anormal, desejos secretos ímpios e impuros,
Pede a mulher versátil macha e fêmea na vida,
Que conhece e satisfaz todos os teus desejos obscuros.

Domino e prevaleço, insofismável uso o dildo impune,
Admiro-me, bela forte e máscula impenitente,
Coloco e penetro com o artefato, artifício que os corpos une,
Em gozo amplo, deísmo olímpico feroz e onipotente.

Enrabo, meto, como um cu, experiente e segura,
Aperto firme, com a mão ágil um belo caralho duro,
Punheto, rebolo como louca, gemendo em foda pura.

Excito (me) alucinógena nesse ato que te acostuma,
A mim se submeter, sentindo-se puto e seguro,
Gozando juntos, como feras, gemendo em mar de espuma.








quinta-feira, 25 de maio de 2017

Dança orgiástica IV - Imaginismo erótico.



Dança final orgiástica e puta, exibicionista e indecorosa, indecente
Rainha que me proclamo das putarias profanas, orgulho que sinto
Do prazer que pressinto, na buceta, da minha libertinagem incoveniente,
Quando devaneio, devassa e sacana, safada em busca de um duro pinto.

Ritmo de foda, vai vem cadência corporal, te excito, te chamo ao prazer,
Abro, exponho, tudo ao teu gosto suposto, te quero tenso, te desejo tesuda,
Que minha pós-imagem frenética, na tua retina absurda, se fixe ao me querer,
Que se dispa da roupa, da inibição fracativa e masturbe-se nú, desnuda.

Goza comigo puto, ejacule, molhe-se em mim cadela, gema e esguiche,
Excitem-se e esfreguem-se, locupletem-se comigo em mares de espumas,
Sonhos devassos, Nirvanas, paraísos, jovens lendas para nosso deleite e fetiche.

Dança final, mortal e sacrílega, gozo mortal, devaneio e desmaio fatal,
A boca entreaberta, o som gutural, feliz palavrão que brota das brumas,
Da alma indecente, agora imortal que transfere ao mundo todo seu ser imoral.








segunda-feira, 22 de maio de 2017

Dança orgiástica III - Imaginismo erótico.


Meu corpo que dança, tremula, voluptuoso e sensual: sinto-me onírica.
Sinto-o, pleno e circunstante, excitado, tetas ao ar, tudo ao vento,
Coxas firmes, moldadas para o prazer, abro e rebolo minha bunda única,
Excitar machos, usar as fêmeas, me amo, adoradora do sexo, tudo tento.

Revelo-me em poses, flagrantes, mostro-me a meu puto delicio minha puta,
Exponho tudo à sua adoração, arranho e apalpo minha pela, sinto-a hirsuta,
Meus pelos de animal sexual que se arrepiam, nas pernas, na buceta devoluta,
Meu gozo pederástico e indecente que me faz, canalha, dominante absoluta.

Danço; cândida e enlouquecida a um só tempo, ativa, vadia e prepotente,
Gozo emputecida e deliciada por mim mesma, embrutecida e sádica.
Desfaleço, enfio dedos e me masturbo, molho-me, égua, impunemente.

Danço como quem por fim falece, terrível e louca masoquista do prazer
Gozo, ninfômana tarada alucinada que atinge o clímax de cadela impudica,
E morro gemendo, em meio a essa agonia prazerosa do sexo sempre a fazer.






quinta-feira, 18 de maio de 2017

Dança orgiástica II. Imaginimsmo erótico



Um corpo que se move, partes que se coordenam em danças orgásticas,
Sensibilidades nas coxas que se abrem, da pele emana um suave odor,
Excita-me sentir as tetas soltas, revolutas, rebeldes e não estáticas,
Tesão incontido quando a tanga entra no rego, roça e excita pelos ao redor.

Extensões premeditadas, exibições cínicas, clínicas, sem pudor,
Fluido que escorre entre as pernas, redundância de gozo e prazer,
Buceta que nego à vista, mas exibo, imaginada, através do suor
Frenesi em quem assiste, posições indecentes que este corpo sabe fazer.

Braços ao ar, axilas ao luar, bunda ao vento, sensualidade invento,
Rebolo como vadia, concepção sadia, da bailarina que a puta ensina,
Aponto ao céu, localizo nele você meu réu, condenado por mim ao tormento.

Domino você na ambiguidade, no paradoxo dos tempos que controlo,
Sou tua dona, mesmo fodida, pois te comando todo o tempo, é tua sina,
Aprecia-me louco punheteiro, revela-te para mim meu submisso tolo.