sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Delícias Imperiais V

                            Antonio Canova (1757 - 1822). Itália. Pauline Bonaparte como a Vênus Vencedora.

Imperial e leviana, secreta meretriz que, canalha, se aprecia,
Exibicionista e narcisista, meu próprio corpo é visão que me sacia.
Acaricio e aliso a pele alva, arrepio os meus poros no contrapelo,
Excito-me e me masturbo, potente, indômita em desmazelo.

Imperiosa e sedutora, rápida, em chupadora de pau eu me transvio,
Peço foda, me ofereço a baixo preço, mereço machos em meu desvio.
Da pose impávida e serena, clássica, em plena expressionista me vejo,
Delirando promíscua, em mares de porra e fluídos de desejo.

Assombrada e assombrosa me surpreendo, cheia de taras de piranha,
Sem temores, no entanto, prostituo um corpo belo, treinado na artimanha.
Tudo prometo, tudo dou, mas nada concedo, pois sou a mulher fatal,
Aquela que, secreta, nunca anônima, vive na tua mente, feroz e imoral.

Aprecia então meu puto, a minha insanidade neoclássica e imperial,
Empunha firme esse caralho duro e venoso, esfrega essa cabeça venial.
Punheta por mim, excita-te me vendo em pose imperial de fêmea fatídica,
Goza, ejacula e esporra, lança ao ar por mim, tua paixão louca e impudica.




quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Delícias Imperiais IV

Monumens de la vie privée des XII Césars 1780. Pierre d’Hancarville(1719 – 1805), França.

Chupadas ancestrais, oralidade nascente, virtude indecente,
Busco tua língua com buceta ululante, úmida e ruidosa,
Procuro em minha tara o que se fez e o que se fará novamente,
Nesse contato antigo e canalha, coisa de puta indecorosa.

Da Roma antiga herdei essa mente de cadela voluptuosa,
De Césares degenerados sublimei o desejo descontrolado,
Experimento em ti a excitação crucial, vontade ímpia e imperiosa,
De verter em tua boca um esguicho vaginal e avassalado.

Rebolo a bunda em espaços e situações imaginistas,
Lanço a frente quadris descontrolados em meneios,
Estremeço e sinto as aflicetas que se aproximam narcisistas,

Uivo e xingo, clamo putarias e lanço ao ar como maldições,
Toda a fúria que me invade em todos os meus loucos anseios,
Quando inundo tua boca de prazeres pecados e perdições.






terça-feira, 12 de setembro de 2017

Delicias Imperiais III

Monumens de la vie privée des XII Césars 1780. Pierre d’Hancarville(1719 – 1805), França.

Orgia para teu gáudio, ao me ver assim fodida e despudorada,
A amante entrege e possuída por caralhos duros sem reticências,
Instrumentos trespassantes de minha buceta desarvorada,
Penetrantes de meu cu, violantes de minhas volúpias e decências.

Bacanais para teu contemplar de tua puta dominante,
Daquela que te possui pela subserviência consentida,
Que te domina pelo furor uterino próprio de ninfa alucinante,
Da cachorra sedenta de cio indecifrável e sem fim acometida.

Surubas para tua mente insana, para satisfazer a tara que te excede,
Que apenas tua Rainha incógnita conhece e desafia,
A tua amante secreta que tudo te promete e nada te concede.

Mas, que é aquela, única e mordaz, que te coloca, corno, no lugar,
Que conhece todos as teus vícios e pecados, tua secreta biografia,
A que te aplica em corpo e alma a dor que tanto almejas abrigar.




segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Delicias Imperiais II

Monumens de la vie privée des XII Césars 1780. Pierre d’Hancarville(1719 – 1805), França.


Segredos de taras e de omissões, lides de traições,
Tesões de corno, oh! Eu amo e deliro quando te atormento.
Quando sinto tesões rebolando em caralhos sem restrições,
E em gozo infernal, imagino tua cara em pleno excitamento.

É assim que não te traio, é assim que te amo meu corno,
Gozando com garotos jovens, potentes e com furor,
Dominando-os com safadeza e recebendo infame suborno,
Mas contigo na mente a cada urro e gemido sem pudor

Agora vem e goza comigo, como sei que gostas e te agrada,
Lambe, sente cheiro de sexo e limpa minha buceta gozada,
Bebe o meu fluído vaginal, com a porra alheia misturada.

Beija depois a minha boca, mela nela a minha e a tua saliva,
Goza assim me beijando e punhetando que é como te agrada,
Faz uso desta tua puta, te humilhas ante ela, é sua prerrogativa.




sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Delicias Imperiais I

                                                     Monumens de la vie privée des XII Césars 1780. Pierre d’Hancarville(1719 – 1805), França.


Bacantes imoralidades, promessas de prazer,
Seduções e posses, submissão em si perfeita,
Desejos satisfeitos que a outros conduzem ao trazer,
Um delírio de ninfômana sempre astuta e insatisfeita.

Preliminares sem inocência, conscientes do pecado,
Pegações sem rubor, nem limites, pleno ardor,
Molhar buceta, caralho endurecer, livre e melecado,
Punhetar e chupar, como em Roma milenar, sem pudor.

Sinto a tua boca quando recebo esplendoroso na buceta,
Teu beijo sáfico e sacana, fruto safado de língua vadia,
Prazer onírico que me inebria e me arrepia até a teta.

Sinta a punheta precisa e experiente que te aplico,
Nesse pinto duro e desejado que excito com ousadia,
Controlando teu gozo de puto possuído, belo e bucólico.




segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Momento IV



Sentir no corpo o próprio ar, livre e rarefeito quase a sufocar,
Sentir na mente indômita e sacana, o perigo da surpresa,
Sentir na pele, em segredo, toda a ausência de teu olhar,
Sentir, no entanto, que aí estás, me pensando sem defesa.

Provocar instintos ocultos, aqueles que ignorais,
Causar em ti espantos com o que não ousas imaginar,
Mijar para ti como dádiva, entre segredos originais,
Sente de mim o cheiro que precede meu sexo a vaginar.

Derramo para ti meu fluído, exponho-me ao limite indigno,
Molho teu chão, olho teu olho, lanço em ti um feitiço,
Mijo de fêmea dissoluta, proximidade de animal maligno.

Esgoto toda a bexiga e te lanço um convite, uma incitação,
Vem safado e me chupa, bebe o que da buceta ainda pinga corrediço,
Me enlouqueça, me faça puta, gozar como tal em total satisfação.


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Momento III



A hora do gozo solitário, quiromania total em plena intimidade,
Algo de que padeço, indecorosa e complacente com meus pecados,
Louca de puro tesão, imaginosa pecadora em busca da saciedade,
Abusada e lasciva punheteira, auto-suficiente em prazeres conspurcados.

Dedos que se agilizam, se transformam em meus instrumentos rituais,
De tesões insuspeitados, de posições livres, em busca do gozo final,
De sonoridades inusitadas, dos ruídos de uma buceta molhada, guturais,
Das pressões num cu que engole e morde um dedo em pleno tesão fatal.

Alternância de excitações num corpo que me alucina, saio dele,
Me transtorno e me transformo, exilada de mim mesma,
Cadela agreste, uivante e fodedora, que a si mesma se compele.

Gozo tantas vezes que até a vista se me obscurece,
Arfo, gemo, perco o fôlego, amoleço como uma lesma,
E expilo por essa buceta peluda, todo esse ardor que me enfurece.


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Momento II



Nunca peço, ordeno, não mereço, eu tomo e exijo,
Pois dona sou de teu desejo, e como mestra compareço,
De teu corpo, de tua mente, de teu espírito e de teu pau rijo,
E sabes que de tesão e furor na buceta, desde cedo padeço.

Na tua boca sôfrega possuída e sedenta esparramo,
A fina flor dos fluídos que, indecente, produzo,
E quando excitada por tuas partes hábeis eu derramo,
Me transfigurando em puta e violenta, para teu uso.

É quando te provoco e xingo como gostas e mereces,
É o momento em que, alucinado, teu caralho incha,
E me adentra vitorioso, abala minhas pernas, meus alicerces.

É quando estremeço, grito e uivo sem pudor como cachorra,
Quando te peço, ululante e tarada, como égua que relincha,
Que me fodas e acabes comigo me inundando toda de porra.



quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Momento I



Instantes que antecedem penetradas e estocadas mortais,
Provocações mútuas, elogios e xingamentos, estímulos.
Cessões em sessões insanas, poses e posturas radicais,
Gritos e gemidos, indecentes, misturam-se a palavrões xulos.

Rebolo para teu tesão a bunda que tanto cobiças,
Olho para ti, provocante, cachorra emputecida,
Vejo crescer e engrossar esse caralho duro que atiças,
Venoso e potente qua anseia por minha buceta homicida.

Certo que te quero dentro, verdade que te quero louco,
Te desejo sim canalha, morto por mim de tesão,
Tremulento e esporrando, vazando pouco a pouco.

Certo que te quero sim meu puto, sumbisso e possuído,
Derrotado por mim, esgotado arfante e sem perdão,
Gozando e ejaculando como macho insano e pervertido.





sábado, 19 de agosto de 2017

Inspirações XX. Gran Finale.

                                                                             Roberto Ferri, Itália, 1978.

Suprema felicidade, a visão beatifica do prazer,
Submissão voraz, a mim devida, Rainha insatisfeita,
Sempre indecorosa, puta e voluptuosa, sem temer,
Os sujos e indecentes atos sexuais que pratico perfeita.

Corpo teu, gostoso que possuo, para meu uso e abuso,
Dor a que te sujeito, tenaz, mas calculada e impiedosa,
O pé que sobre o teu corpo aplico duro como um fuso,
Que te machuca e fere, como gostas de mim, gloriosa.

Exerço sobre ti, como Rainha que sou o meu domínio,
Ponho a prova, debico e executo a força tua virilidade,
Maltrato-te, mas exerço sobre ti o meu fascínio.

Proíbo-te o ejacular, pau mole ordeno, não te deixo esporrar,
Mas, sabes que ai está, na verdade, a nossa insana cumplicidade,
E sabes que te permito o sofrimento e o gosto de me ver gozar.


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Inspirações XIX

                                                                                               Franz von Stuck (1963 - 1928). Alemanha.


Prazer intenso, tenso e pervertido, revolve entranhas,
Arrepia a pele, eriça pelos, causa frêmitos,
Sensações de perigos, limítrofes da vida, estranhas,
Submissões totais, gloriosas, dignas de mitos.

Curvem-se, putos do caralho, obedeçam sua Rainha assentida,
Lutem por ela e aceitem seu próprio e devasso sofrimento,
Ofereçam seus corpos másculos aos caprichos da sodomita,
Que vive em suas mentes obscuras, neste louco sentimento.

Sintam quando, alucinada de tesão, lhes causo a dor,
Pela qual sei que anseiam em plena consciência,
Peçam mais, exultem e gozem da buceta o meu furor.

Machuco e marco seus corpos belos e fortes, deliciosos,
Dos quais abuso, louca e onipotente, sem clemência, 
Enquanto gozamos juntos imersos em vicios, cios contagiosos.





sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Inspirações XVIII

                                                                                Franz von Stuck (1963 - 1928). Alemanha. 

Salão dos pecados, lugar da foda e dos prazeres sem limite,
Matadouro das iniquidades, lugar do triunfo da maldade,
Te copio imagem transgressora, te adoto linda Afrodite,
Em teus véus de fluidez me exibo em total cumplicidade.

Leves sedas orientais que me tocam e arrepiam meus pelos,
Eriçam-me os mamilos e se molham meus pentelhos,
Sinto no cu tesão safado, quero nele delícias e flagelos,
Penetra-me, finca-me o caralho, derruba-me, me põe de joelhos.

Fode-me como rameira elegante do salão de minha mente,
Abusa-me e mete em minha boca teu cacete fulminante,
Mata-me de gozo, canalha, quero a morte finalmente.

E lambe emputecido a minha buceta meu safado,
Bebe liquefeito e licoroso o meu prazer culminante,
Enquanto desmaio enlouquecida por um prazer obcecado.




terça-feira, 8 de agosto de 2017

Inspirações XVII


                                                                        Franz von Stuck (1963 - 1928). Alemanha.


Furor uterino que pressinto em tua imagem
Ninfômana desejada, maníaca que desejo,
Vejo em ti toda a transgressão, um universo de sacanagem,
Nas tetas que ofereces. nas fodas que em ti farejo.

Vejo tua buceta, primorosa aranha aveludada,
A minha ofereço, em troca troca de prazeres,
Cola o velcro na minha, gruda bem apertada,
Esfregamo-nos juntas, em  putaria de quereres.

Sinto em mim teu calor e também tua umidade,
Retribuo com suores, cuspe e outros fluídos,
Vertendo-os e gemendo em total promiscuidade.

Rebaixo-me, safada, pois de ti necessito cadela,
Que comigo faz de tudo com todos os descuidos,
Gozando impune e solta, como puta de clientela.



domingo, 6 de agosto de 2017

Inspirações XVI

                                                                                                                  Franz von Stuck (1963 - 1928). Alemanha.

Imagem traiçoeira daquela que beija como assassina,
Te quero morrendo de gozo, sem ar, ambas resfolegantes,
Não temos forças que nos oponham, essa é nossa sina,
Sempre acordaremos em ruínas, gozadas e claudicantes.

Seduz-me com a boca, convido-te com a bunda,
Falta o chão aos nossos pés, te agarro, não corres,
Fascino-te com a buceta, me finalizas vagabunda,
Rolo e tombo com você, te domino, quase morres.

Chupo tua buceta, beijo tua boca, um homicídio,
Oral seminal, sexo secreto cultivado nos abismos,
Que saltamos em nossa cama em inusitado suicídio.

Voamos juntas fodendo em espaços siderais,
Gozamos, frenesis de ninfas, em exibicionismos,
Meladas e suadas, taradas em trepadas animais.



sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Inspirações XV

                                                                                  Henry de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901). França

De quatro empinada na cama te vejo pronta para dar,
Essa bunda encantada de fêmea, em pose que até eu cobiço,
Tesuda me faz, pois adoto tua postura, me pondo assim a posar,
Enquanto sinto ardores no cu, frescor na buceta e viro puta de cortiço.

Vem, filho da puta, logo comer minha bunda,
Experiente e gostosa eu sei como fazer,
Um homem bem possuído de pica bem fecunda,
Gozar dentro dela, estocar fundo e gemer.

Anal, um suposto e obscuro sexo complexo,
Mitificado, sonhado e imaginado difícil,
Mas sempre resolvido nas coxas em amplexo

Nada como um pau duro e simétrico, a pulsar,
Dentro de um reto flexível, peludo a dócil,
Que tudo engole, até o final, golfante ejacular.




terça-feira, 1 de agosto de 2017

Inspirações XIV


                                                                                 Henry de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901). França.

Sentada de pernas abertas; o que sugeres safada?
Te vejo em imagem obscura, profana e obscena,
Oferecida e chupada pronta para uma trepada,
Emulando falsa inocência, perfil de falsa Alcmena.

Quero também insanas chupadas, de ponta linguada,
Desejo fodas fortes, violentas, duras e servis,
Quero sentir tremores, minha pelaria crispada
Quero ser fartada de tantas lambidas vis.

Quero sentar e gozar como louca dentro da sua boca,
Quero depois relaxada, gostosa e brejeira, te mijar,
Final gracioso, pouco solene para essa trepada barroca.

Mas quero gemer como cachorra e gritar ao mundo,
O que estás e me fazer, o que estás e me ensejar,
Pois todo prazer é possível, enquanto tua boca inundo.


Inspirações XIII

                                                                      Henry de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901). França.

Lânguida pareces em imagens matinais
Saciada de fodas imprudentes,
Estonteada por prazeres safados, seminais,
Diluviana em fluidos indecentes.

Te sinto ainda embucetada, trêmula e mordente,
Me sinto como tal, todo um corpo entorpecido,
Desperto da pequena morte de uma noite candente,
Repleta de prazeres de um pau duro merecido.

À espreita de soslaio, quero recomeçar,
Olho teu pinto armado, pulsante novamente,
Pego na mão punheto, vou chupar.

Lambo e chupo, engulo-o todo goela adentro
Penso apenas em vadias, tiro a decência da mente, 
Quero porra na minha boca, quero que acabe lá dentro.


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Inspirações XII

                                                                                                        Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria.

Simulo tua imagem e sinto o frescor na buceta aberta,
Sinto o  sopro do arrepio no meu cu desperto,
Sinto o crispar dos pelos, revoltos em plena oferta
Não mais simulo, não consigo, me excito demais de rabo aberto.

Mexo o corpo como a cobra, sou o pecado rastejante e vil
Meneio quadris, sou puta viciante, vulgar e profunda
Soergo as coxas, olho lúbrica e convido à foda, safado ardil,
Quero em mim tua pica, dura e geométrica, bem na bunda.

Vou e venho, imito metida, trepada indecente e tentadora,
Desafio tua potência, faço pouco, debico e peço pica,
Olho para ti, faço, finalmente, a pose biscate, matadora.

Tudo te prometo, nada escondo nem sonego, tudo entregarei,
Vem me usa, putana, galinha, piranha e impudica,
Goza comigo, pois sou sempre Rainha e te farei meu rei.



sexta-feira, 28 de julho de 2017

Inspiraçoes XI

                                                                                                        Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria.

Oferenda tranquila, olho e busco em tua imagem perfeição,
Olha-me nos olhos, provocas-me e eu te imito e retribuo,
Mostra-me a buceta e te assimilo, correspondo com tesão,
Deito meu corpo a teu modo, me exibo, para teu gozo contribuo.

Sinto teus pentelhos enrolados e melados, tuas axilas suadas,
De foda e frenesi, teu cu antevejo cheio de ansiedade e tesão,
Tú e eu, bem fodidas, prontas, mas sempre putas e deliciadas
Para novas trepadas, conhecendo-se como cachorras de ocasião.

Imagino teu corpo lubricado, imprudente de pudores deslizantes
Penso em uma encoxada, quero sussurros em nossos ouvidos,
Quero linguadas e mordidas sacanas, peço dedadas estimulantes.

Proponho e creio que aceitas, masturbação mútua vulgar,
Reduzir nossa pretensão, sem perdão, nem vergonha, sem pruridos,
Àquilo que nos agrada, a arte de bem foder, ao delírio do gozar.





terça-feira, 25 de julho de 2017

Inspirações X

                                                                                            Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria

Entre flores te vejo, imagem cromodramática, sensual,
Entre cortinas me coloco, te imitando melodramática,
Enigmática, afrodisíaca, uma mulher, fodedora, sem igual,
Narcisista, égua raçada, traçada em precisão matemática.

Entre as cortinas me volteio, sentindo no corpo elegante,
Os sopros e caricias do vento, arrepiando meus pelos,
Eriçando meu mamilo, deixando-o duro e petulante,
Lambendo em seco a minha bunda, excitando até meus tornozelos.

Quero lá ser chupada em desvairada podolatria,
Quero nas cortinas ser enrolada em plena perversão
Enquanto tu, imagem, desfilas entre flores com mestria.

Quero gozar sem toques, quero sublimar minha foda,
Mata-me de desejo, excita-me deixa-me louca por tua visão,
Quero gozar imaginista, fora de mim, num universo em roda.